terça-feira, 30 de setembro de 2008

Ferrari: UM DESASTRE

"Não imaginávamos chegar aqui e perder a corrida dessa maneira." Foi assim que Felipe Massa começou sua entrevista aos jornalistas brasileiros após o GP de Cingapura, neste domingo.

O brasileiro contou com um erro da Ferrari em sua primeira parada para reabastecimento para perder as chances de vitória, já que liderava a corrida naquele momento.

Em vez de usar o tradicional "pirulito" para avisar os pilotos quando podem sair, a equipe italiana usa um sistema eletrônico, que acende a luz verde quando o trabalho nos boxes está pronto.

O mecânico da Ferrari, porém, acionou a luz muito cedo, enquanto a mangueira de gasolina estava no carro, e o brasileiro acelerou, levando consigo o equipamento.

"É um erro humano, mas não sou o tipo de pessoa que vai trás do cara que errou. Tem que abraçar a pessoa e seguir em frente. Temos que dar mais motivação", disse Massa, que terminou em 14º.

"A gente tem uma equipe por trás. O piloto tem que fazer o trabalho dele, mas junto com todo o trabalho da equipe e do carro."

"Os erros da equipe nesse ano doem", lamentou o brasileiro. Além disso, ele levou um drive-through por ter dirigido de forma não-segura no pit lane.

"Se a luz verde aparecesse no momento certo, eu não teria tomado a punição."

O brasileiro também disse que a entrada do safety car na pista, após o acidente de Nelsinho, ajudou apenas uma pessoa: o ganhador, Fernando Alonso.

"Tínhamos um ritmo extraordinário na corrida. Quem ganhou a corrida hoje, ganhou por sorte. Infelizmente, o Nelsinho bateu. Mas o companheiro dele não venceria se ele não tivesse batido", afirmou.

"Tive problema nos boxes, um drive-through, um pneu furado, tráfego. Não era para ir bem hoje."

Lewis Hamilton aumentou para sete pontos a vantagem na liderança do campeonato, mas o brasileiro não joga a toalha: "É uma diferença importante, mas ainda tem 30 pontos em jogo."

"Eu e o Kimi precisamos chegar em primeiro e segundo para tirar pontos da McLaren", completou.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Barrichello: "Nem perguntei o que aconteceu"

Rubens Barrichello disse que preferiu não saber qual foi o problema em seu carro que o tirou do GP de Cingapura.

Após fazer uma parada para reabastecimento, ele voltou para a pista, mas o motor de sua Honda morreu.

"Pra te falar a verdade, eu fiquei tão de saco cheio que nem perguntei o que aconteceu. O motor morreu. Tenho uma idéia do que seja, mas deixa pra lá", afirmou o brasileiro.

O experiente piloto lamentou o problema, pois sabia que poderia ter conquistado um bom resultado na corrida noturna, já que mudara sua estratégia com o acidente de Nelsinho Piquet.

"Dava para ficar entre terceiro e sétimo. Foi uma ótima escolha. Eles [os engenheiros] viram a pancada do Nelsinho e me chamaram para os boxes", explicou.

Sobre o primeiro GP noturno da história, Barrichello deu nota 10, mas fez uma ressalva: "Menos para a ondulação."

Ouça a entrevista completa de Rubens Barrichello após o GP de Cingapura, neste domingo:

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Diretores de Spa descartam mudanças no traçado

Porta-voz dos diretores de Spa-Francorchamps, Luc Willems descartou os rumores acerca de uma possível redução do circuito para as próximas temporadas da Fórmula 1.


Segundo a especulação apontada pelo site local F1-club.be, alguns setores tradicionais do traçado, como as curvas Fagnes e Stavelot, seriam eliminadas e as curvas Pouhon e Blanchimot alteradas.

No entanto, a direção do circuito garantiu que o traçado permanecerá intacto depois das recentes mudanças que alteraram toda a antiga Bus Stop antes do GP de 2007.

“Spa tem um traçado fantástico, que não sofrerá mudanças. O circuito está pronto e não precisa de alterações”, assegurou Willems.